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03 abril 2015

SAF - O Impossível

Corram pras colinas!

  Estava há um tempo para assistir a esse filme. Sempre me falavam o quão bom era e eu ficava "Ok, vou assistir...", só que nunca conseguia. Meu vício por Eu te amo, Beth Cooper e Querido John sempre foi mais forte. Porém, antes tarde do que nunca! Cá estou, deprimida e feliz ao mesmo tempo após 1h53 de sangue, suor e tragédia, e me arrependendo redondamente por ter esperado tanto.
  O filme é baseado em fatos. A família Bennett vai passar suas férias de inverno em Khao Lak, Tailândia. Tudo corre bem até a manhã do dia 26 de dezembro. Enquanto todos se divertem na piscina, uma tsunami atinge a costa, devastando tudo que vê pela frente. O filho mais velho, Lucas, e a mãe, Maria(Naomi Watts), são arrastados para o lado oposto do pai, Henry(Ewan McGregor), e dos filhos mais novos, Simon e Tomas.
  Quando a onda passa, os prejuízos ficam à mostra. Muitos estão feridos. Outros, mortos. Os destroços se espalham pelo caminho. Maria tem múltiplos ferimentos, mas o pior é o da sua perna direita, que chega a pender um pedaço. Já Lucas tem "somente" as costas feridas. Juntos, conseguem chegar até uma árvore, onde se refugiam, encontrando no caminho um menininho perdido no meio dos escombros, Daniel. Quando a ajuda chega, o pior parece ter passado, mas nada é mais assustador do que o desconhecido. No hospital, Maria luta por sua vida, enquanto Henry, do outro lado da ilha, precisa cuidar dos filhos menores e continuar sua busca pelo restante da família.


Gente, que desgraceira! O pior de tudo é que é verdade! Acho que só não chorei porque estava assistindo com o meu pai.
Ainda estou tentando entender como tanto o filme quanto a Naomi Watts não ganharam um Oscar. Sorry, J Law, mas a sua atuação em O Lado Bom da Vida não se compara ao sufoco e à dor que essa mulher teve que passar. Que perrengue! 
Fico imaginando o desespero que deve ter sido. As imagens são muito fortes e o coração aperta. Até pensei em deixar de assistir, mas precisava continuar porque era questão de honra saber o final.

Primeira conclusão que tiro: ainda bem que sempre me considerei uma pessoa das montanhas. Longe de vulcões ativos, claro. Nada de praia, areia, e tsunami.
Segundo: 
Não, foi só isso mesmo.

Caso eu não poste mais nada durante esse feriado, Feliz Páscoa, prateleiros!!
Até a próxima!
XOXO

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