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09 fevereiro 2015

SAF - Orphan Black

Helloo, friends! Fiquei um tempinho sem postar porque estou de certo modo ocupada. As séries estão me consumindo e eu passo basicamente todas as minhas tardes sentada no sofá de frente para a televisão. Ah, férias! Em um desses meus dias, comecei a segunda temporada de uma série que me viciou desde o Piloto: Orphan Black. É um seriado canadense de ficção científica, uma co-produção da BBC America com a emissora canadense Space, e o que posso dizer? É muito boa.
  Mas vamos ao que interessa!


  Admito que ao ouvir "ficção científica" logo faço uma careta de nojo(trauma de um seriado que comecei e ficou uma bosta, o que me deixou muito irritada), mas como eu e meu primo não tínhamos mais nada de novo para assistir já que tínhamos terminados Z Nation - anotação mental para fazer um SAF - decidimos dar uma olhada nessa série. O resultado foi o melhor possível.
  Terminamos a primeira temporada em dois dias. São somente dez episódios, o que me daria uma dor tremenda no coração se a segunda temporada já não tivesse sido lançada. Da mesma maneira, a terceira está prevista para estrear no dia 18 de abril deste ano.



Louvado seja o Senhor!
  Ao final deste SAF, se eu convencê-los a dar uma olhada, claro, aconselho que se apressem! 

  O primeiro episódio de Orphan Black já começa com morte, o que por sinal eu A-DO-REI. 
 Sarah Manning, uma orfã britânica com uma ficha longa de delitos criminais, está na estação de metrô quando uma jovem muito parecida com ela se taca na frente de um trem. Ela resolve furtar a falecida e assumir sua identidade, temporariamente se tornando Elizabeth "Beth" Childs, para poder limpar o dinheiro da sua conta e começar uma nova vida com seu irmão adotivo Felix e sua filhinha, Kira. Ao mesmo tempo, Sarah usa a morte de Beth para fugir de seu traficante, a quem deve dinheiro. Porém, nada é tão fácil. Ela descobre da pior maneira que a mulher de quem roubou a identidade é uma detetive e tem um namorado muito hot... até essa parte não vi contras. O problema é: ela se envolve em uma conspiração envolvendo clonagem humana. A partir daí, ela não somente terá que dar duro para esconder sua identidade, como também iniciará uma busca pelo seu passado e suas origens enquanto um grupo de fanáticos religiosos está em seu percalço e de suas irmãs-clone.

  Percalço, gostaram? Bem fancy. 
  A princípio duas clones aparecem. São elas Cosima, uma estudante universitária de biologia, e Alison, uma dona de casa do subúrbio. Ao longo da série irão aparecer mais sete clones. É, ela fatura muito com tudo isso. No início, tentei descobrir qual era a nacionalidade da atriz. Chutei que ela era britânica enquanto meu primo arriscou em uma americana. Nem uma, nem outra. Ela é canadense, meus queridos, e o melhor: consegue fazer qualquer sotaque que vocês possam imaginar. #curti
  Além disso, ela fica com quase todo o elenco da série. Seja homem ou mulher.

Sorry, não queria ofender.
  O que eu gosto muito na atriz e no modo como ela interpreta é que dá para diferenciar perfeitamente um clone de outro. Cada uma delas se difere pelo jeito de andar, a personalidade, o cabelo e o sotaque; e a Tatiana Maslany consegue dar vida às personagens. É super divertido quando elas estão interagindo e você percebe cada pequeno detalhe que as tornam únicas.
  A Sarah é toda agressiva, séria; a Alison é uma neurótica, que parece ser uma dona de casa comum, mas sempre está com uma arma e bebendo; e a Cosima é mais centrada, uma rata de laboratório.
Ah, depois vai aparecer a Helena. Ela é muuuito doidinha, mas depois a gente aprende a amar. Ela e a Sarah no momento irmãs é super fofinho. Vocês vão entender mais tarde.

Fora quase metade do elenco que é composto pelas clones, tem também o Paul... 


...já dá para entender por que ela mudou de identidade; o ex-parceiro da Beth, Art; a Siobhan, que levou a Sarah para os EUA quando ela era pequena e cuida da filha dela; o Felix e a Kira, que já falei lá em cima, e uns outros secundários não muito importantes. A série balanceia bem a comédia, o romance e a ação. Eu adoro todas as clones, apesar da Cosima ter sido uma idiota na primeira temporada. 
  Por hoje, é só.
  Espero que assistam e se divirtam assim como eu. Terminem essas duas temporadas e esperem junto com a que vos fala pela terceira, porque promete!

Eu sei, Alison, controle-se!


Até a próxima, bitches!
XOXO

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